Breu
O nosso coração perde a razão
E assim vai-se a emoção,
Entrando em um caminho
Onde há escuridão.
Onde não há natureza,
Onde apenas vê-se tristeza.
Um lugar onde o sóbrio morre
E o drogado finge que vive.
Fumaça meio a um breu
Frio, embaralhado.
Onde quem lamenta já morreu
E o forte vive mascarado.
O cisne negro
Olha-se como branco
O branco morre
Sem ao menos olhar-se como negro.
Thiago Dias Corrêa
sensacional! Belas analogias!
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